Fim-de-semana de reclusão
Solidão, várias xícaras de café, Street Spirit tocando repetidamente. Levantei-me, fui à minha bagunçada sala de estudos da casa dos meus pais. Queria algo diferente. Talvez um livro não lido. Não, não sabia bem o quê.
Entre empoeiradas enciclopédias, livros de Economia e teoria da Literatura, acabei pegando uma velha revista de palavras cruzadas, empilhada junto aos gibis e livros da época do colégio.
Tentando, e às vezes conseguindo, recordar qual o símbolo químico do Berílio, aves predadoras de gafanhotos, palavras em francês e inglês, nomes de políticos brasileiros e qual o pintor precursor da arte abstrata, me diverti por toda a noite.
Kandinsky — Linha Transversa
Ótimo post! Isso acontece as vezes comigo também, mas sem os livros de Economia. Por enquanto, talvez. E hoje em dia tem o How Stuff Works, então, já viu…